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FÉRIAS ESPÍRITAS
Albino Teixeira
Dedicamos aos companheiros espíritas algumas sugestões para o tempo de
férias.
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Viajar, se possível, no rumo de instituição consagrada à assistência,
cooperando, por alguns dias, no tratamento de irmãos em provas maiores
que as nossas como sejam; os obsidiados em posição difícil ou os doentes
semidesamparados.
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Devotar-se à pregação ou a conversação doutrinária, nos lares de
caridade pública, onde estejam irmãos hansenianos, tuberculosos ou
portadores de moléstias que requisitem segregação.
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Auxiliar, de algum modo, aos que jazem nos cárceres.
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Ensinar os princípios espíritas, evangélicos, nas organizações
doutrinárias mais humildes, comumente sediados na periferia de cidade ou
vilas, colaborando na sementeira da Nova Revelação.
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Executar um programa de visitas fraternas aos paralíticos, cegos,
enfermos esquecidos ou agonizantes no local de residência.
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Observar com respeito e discrição o ambiente doméstico das viúvas em
abandono, enumerando sem alarde as necessidades materiais que aí se
destaquem e atendendo-as, quanto seja possível.
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Contribuir com algum serviço pessoal para a segurança e conforto do
templo espírita que nos beneficiam, quais seja; a pintura ou renovação
de paredes, a restauração de utilidades, a reparação de livros
edificantes ou tarefas concernentes à ordem e à limpeza em geral.
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Reunir material de instrução doutrinária, tais como;
jornais e impressos espíritas, distribuindo-os através de prisões e
hospitais, onde permanecem irmãos desejosos de mais amplos
conhecimentos.
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Costurar para os necessitados, principalmente no sentido de melhorar a
rouparia de orfanatos, creches e lares outros de assistência
espírita-cristã.
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Preparar o enxoval para algum pequenino, em vias de renascer nos
distritos de penúria e sofrimento.
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Criar a alegria de um enfermo, largado ao próprio infortúnio, ou de uma
criança que a provação situou em constrangedoras necessidades.
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Pense nas suas férias e não permita que a sua oportunidade de elevação
venha a escapar.
Fonte: Livro
Caminho Espírita – Psicografia: Francisco Cândido Xavier.
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