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VIGIANDO
E ORANDO
Emmanuel
Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições,
faze o trabalho de evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério.
Paulo. (II Timóteo, 4:5.)
Em nos reportando
aos obreiros do Senhor recordemos que uma espécie existe que sem dúvida
trabalha e sem dúvida produz algo; entretanto, vive sempre em posição
deficitária e por vezes estraga aqueles companheiros que se lhes'
aproximam, quando frágeis na fé.
Onde estejam, são
para logo identificáveis por que servem, mas servem debaixo de condições especialíssimas, tais quais sejam: onde querem; como entendem; quando se
vejam dispostos; tanto quanto se determinam; na faixa de ação em que não
se sintam incomodados; com quem gostam; com as idéias que lhes agradem;
com os recursos que venham a escolher; como julgam melhor; nas
conveniências que lhes digam respeito; desde que se lhes satisfaçam as
exigências; e desde que ninguém os critique nem contrarie.
Um companheiro assim
assemelha-se a um servidor meio-sombra e meio-luz, que beneficia com a
luz que derrama e prejudica com a sombra que teima em carregar.
Daí o imperativo de
orarmos e vigiarmos, procurando desvencilhar-nos de toda sombra que ainda
nos pesa no orçamento da alma, a fim de que nos tornemos, a pouco e pouco,
em obreiros fiéis na causa do Eterno Bem, servindo ao Senhor conforme os
desígnios do Senhor.
Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier. Do livro “Bênção de
Paz" |