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ENQUANTO
Emmanuel
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. . Não vem o Reino de Deus com visível aparência.
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Jesus. (Lucas, 17:20.)
Dominarás a
gramática, adquirindo fino lavor verbalista na ciência da expressão, mas
enquanto não articulares a própria linguagem na luz da sinceridade e da
compreensão, a tua palavra, conquanto primorosa, não renovará a ninguém.
Indicarás a trilha
exata da beneficência através de preciosos conselhos, mas enquanto não te
dispuseres a percorrer a estrada do desprendimento, no auxílio aos
semelhantes, embora ajudes indiretamente a quem te ouça, andarás órfão de
teus próprios avisos.
Pregarás tolerância,
movimentando conceitos sublimes, mas enquanto não deres de ti mesmo em
abnegação e humildade, na desculpa que ofertas, não farás claridade no
coração a fim de acertar com o próprio caminho.
Levantarás
magnificentes construções terrestres, mas enquanto não ergueres em ti
próprio o templo da paz, alicerçado no dever nobremente cumprido, não
encontrarás em teu benefício o pouso interior da genuína tranqüilidade.
Honrarás os teus
familiares e amigos como seres extremamente queridos, mas enquanto não
compreenderes que as esperanças e as necessidades deles são iguais às do
próximo, com o mesmo direito à bênção de Deus, não conquistarás em favor
de ti a cidadania do Universo.
Desfrutarás
admiração e apreço, com espetáculos de prestígio e renome, mas enquanto
essas realizações não te repercutirem na vida íntima, em forma de alegria
oculta pelas obrigações irrepreensivelmente atendidas, ainda mesmo à
custa de supostos fracassos e prejuízos, no campo das experiências
materiais, nenhuma demonstração de estima pública te adiantará no reino
do espírito, onde, em verdade, se te vincula a vida real.
Melhoremos o mundo
em derredor de nós, aperfeiçoando a nós mesmos. Capacita-te de que,
depois das tarefas executadas no plano físico, possuirás tão-somente a
extensão e a quantidade de céu que houveres edificado dentro de ti.
Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier. Do livro “Bênção de
Paz" |
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