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RESGATES
COLETIVOS
André Luiz
Entendíamo-nos com
Silas, acerca de variados problemas, quando expressivo chamamento de Druso
nos reuniu ao diretor da casa, em seu gabinete particular de serviço.
O chefe da Mansão
foi breve e claro.
Apelo urgente da
Terra pedia auxílio para as vítimas de um desastre aviatório.
Sem alongar-se em
minúcias, informou que a solicitação se repetiria, dentro de alguns
instantes, e conviria esperar a fim de examinarmos o assunto com a
eficiência precisa.
Com efeito, mal
terminara o apontamento e sinais algo semelhantes aos do telégrafo de
Morse se fizeram notados em curioso aparelho. Druso ligou tomada próxima e
vimos um pequeno televisor em ação, sob vigorosa lente, projetando imagens
movimentadas em tela próxima, cuidadosamente encaixada na parede, a
pequena distância.
Qual se
acompanhássemos curta notícia em cinema sonoro, contemplamos,
surpreendidos, a paisagem terrestre.
Sob a crista de
serra alcantilada e selvagem, destroços de grande aeronave guardavam
consigo as vítimas do acidente. Adivinhava-se que o piloto, certamente
enganado pelo traiçoeiro oceano de espessa bruma, não pudera evitar o
choque com os picos graníticos que se salientavam na montanha,
silenciosos e implacáveis, à maneira de medonhos torreões de fortaleza
agressiva.
Em pleno quadro
inquietante, um ancião desencarnado, de semblante nobre e digno, formulava
requerimento comovedor, rogando à Mansão a remessa de equipe adestrada
para a remoção de seis das catorze entidades desencarnadas no doloroso
sinistro.
Enquanto Druso
e Silas combinavam medidas para a tarefa assistencial, Hilário e eu
olhávamos, espantados, o espetáculo inédito para nós ambos.
A cena aflitiva
parecia desenrolar-se ali mesmo.
Oito dos
desencarnados no acidente jaziam em posição de choque, algemados aos
corpos, mutilados ou não; quatro gemiam, jungidos aos próprios restos, e
dois deles, não obstante ainda enfaixados às formas rígidas, gritavam
desesperados, em crises de inconsciência.
Contudo, amigos
espirituais, abnegados e valorosos, velavam ali, calmos e atentos.
Figurando-se cascata
de luz vertendo do Céu, o auxílio do Alto vinha, solícito, em abençoada
torrente de amor.
O quadro patético
era tão real à nossa observação, que podíamos ouvir os gemidos daqueles
que despertavam desfalecentes, as preces dos socorristas e as conversações
dos enfermeiros que concertavam providências à pressa...
De alma confrangida,
vimos desaparecer a notícia televisada, enquanto Silas cumpria as ordens
do comandante da instituição com admirável eficiência.
Em poucos instantes,
diversos operários da casa puseram-se em marcha, na direção do local
minuciosamente descrito.
Voltando ao gabinete
em que lhe aguardávamos o retorno, Silas ainda se entendeu com o
orientador, por alguns minutos, com respeito ao serviço em foco.
Foi então que
Hilário e eu indagamos se não nos seria possível a participação na obra
assistencial que se processava, no que Druso, paternalmente, não
concordou, explicando que o trabalho era de natureza especialíssima,
requisitando colaboradores rigorosamente treinados.
Cientes de que o
generoso mentor poderia dispensar-nos mais tempo, aproveitamos o ensejo
para versar a questão das provas coletivas.
Hilário abriu campo
livre ao debate, perguntando, respeitoso, por que motivo era rogado o
auxílio para a remoção de seis dos desencarnados, quando as vítimas eram
catorze.
Druso, no entanto,
replicou em tom sereno e firme:
- O socorro no avião
sinistrado é distribuído indistintamente, contudo, não podemos esquecer
que se o desastre é o mesmo para todos os que tombaram, a morte é
diferente para cada um. No momento serão retirados da carne tão-somente
aqueles cuja vida interior lhes outorga a imediata liberação. Quanto aos
outros, cuja situação presente não lhes favorece o afastamento rápido da
armadura física, permanecerão ligados, por mais tempo, aos despojos que
lhes dizem respeito.
- Quantos dias? –
exclamou meu colega, incapaz de conter a emoção de que se via possuído.
- Depende do grau de
animalização dos fluidos que lhes retêm o Espírito à atividade corpórea –
respondeu-nos o mentor. – Alguns serão detidos por algumas horas, outros,
talvez, por longos dias... Quem sabe? Corpo inerte nem sempre significa
libertação da alma. O gênero da vida que alimentamos no estágio físico
dita as verdadeiras condições de nossa morte.
Quanto mais
chafurdamos o ser nas correntes de baixas ilusões, mais tempo gastamos
para esgotar as energias vitais que nos aprisionam à matéria pesada e
primitiva de que se nos constitui a instrumentação fisiológica,
demorando-nos nas criações mentais inferiores a que nos ajustamos, nelas
encontrando combustível para dilatados enganos na sombras do campo carnal,
propriamente considerado.
E quanto mais nos
submetamos às disciplinas do espírito, que nos aconselham equilíbrio e
sublimação, mais amplas facilidades conquistaremos para a exoneração da
carne em quaisquer emergências de que não possamos fugir por força dos
débitos contraídos perante a Lei. Assim é que <morte física> não é o mesmo
que <emancipação espiritual>.
- Isso, no entanto –
considerei -, não quer dizer que os demais companheiros acidentados
estarão sem assistência, embora coagidos a temporária detenção nos
próprios restos.
- De modo algum –
ajuntou o amigo generoso -, ninguém vive desamparado. O amor infinito de
Deus abrange o Universo. Os irmãos que se demoram enredados em mais baixo
teor de experiência física compreenderão, gradativamente, o socorro que se
mostram capazes de receber.
- Todavia – reparou
Hilário -, não serão atraídos por criaturas desencarnadas, de inteligência
perversa, já que não podem ser resguardados de imediato?
Druso estampou
significativa expressão facial e ponderou:
- Sim, na hipótese
de serem surdos ao bem, é possível se rendam às sugestões do mal, a fim de
que, pelos tormentos do mal, se voltem para o bem. No assunto, entretanto,
é preciso considerar que a tentação é sempre uma sombra a atormentar-nos
a vida, de dentro para fora. A junção de nossas almas com os poderes
infernais verifica-se em relação com o inferno que já trazemos dentro de
nós.
A explicação não
poderia ser mais clara.
Talvez por isso,
algo desconcertado pelo esclarecimento direto, meu companheiro que, tanto
quanto eu, não desejava perder a oportunidade de mais ampla conversação,
acentuou, humilde:
- Nobre instrutor,
decerto não temos o direito de questionar qualquer determinação que lhe
dimane da autoridade; ainda assim, estimaria conhecer mais profundamente
as razões pelas quais nos é defeso o trabalho de colaboração nos serviços
pertinentes ao socorro nos resgates de conjunto. Não poderíamos, acaso,
cooperar com os obreiros desta casa, nas expedições de auxílio às vítimas
de acidentes diversos, de modo a pesquisar as causas que os determinaram?
Indiscutivelmente a Mansão, com as responsabilidades de que se encontra
investida, desincumbir-se-á de trabalhos dessa espécie todos os dias...
- Quase todos os
dias – corrigiu Druso, sem pestanejar.
E, fitando Hilário
de estranha maneira, aduziu:
- É imperioso
observar, porém, que vocês coletam material didático para despertamento de
nossos irmãos encarnados, quase todos eles em fase importante de luta, no
acerto de contas com a Justiça Divina. Analisando os resgates dessa ordem,
vocês fatalmente seriam compelidos à autópsia de situações e problemas
suscetíveis de plasmar imagens destrutivas no ânimo de muitos daqueles que
ambos se propõem auxiliar.
Esboçando leve
sorriso em que deixava transparecer a humildade que lhe adornava o
espírito de escol, aditou:
- Parece-me que não
seriamos capazes de comentar um desastre de grandes proporções, no campo
dos homens, sem lhes insuflar o vírus do medo, tanta vez portador do
desânimo e da morte.
A palavra do
orientador, serena e evangélica, reajusta-nos os impulsos menos
edificantes.
Inegavelmente, a
Terra jaz repleta de criaturas, tanto quanto nós, algemadas a escabrosos
compromissos, carentes de ação contínua para o necessário reequilíbrio.
Não seria justo atormentá-las com pensamentos de temor e flagelação,
quando através do bem, sentido e praticado, podemos cada hora arredar de
nossos horizontes as nuvens de sofrimentos prováveis.
Assinalando-nos a
atitude inequívoca de compreensão e de obediência, como não podia deixar
de ser, o chefe da instituição continuou em tom afável, depois de ligeira
pausa:
- Imaginemos que
fossem analisar as origens da provação a que se acolheram os acidentados
de hoje... Surpreenderiam, decerto, delinqüentes que, em outras épocas,
atiraram irmãos indefesos do cimo de torres altíssimas, para que seus
corpos se espatifassem no chão; companheiros que, em outro tempo,
cometeram hediondos crimes sobre o dorso do mar, pondo a pique existências
preciosas, ou suicidas que se despenharam de arrojados edifícios ou de
picos agrestes, em supremo atestado de rebeldia, perante a Lei, os quais,
por enquanto, somente encontraram a própria situação.
Quantos milhares de
irmãos encarnados possuímos nós, em cujas contas com os Tribunais Divinos
figuram débitos desse jaez?
Entretanto, não
desconhecemos que nós, consciências endividadas, podemos melhorar nosso
créditos, todos os dias. Quantos romeiros terrenos, em cujos mapas de
viagem constam surpresas terríveis, são amparados devidamente para que a
morte forçada não lhes assalte o corpo, em razão dos atos louváveis a que
se afeiçoam!... Quantas intercessões da prece ardente conquistam
moratórias oportunas para pessoas cujo passo já resvala no cairel do
sepulcro?!... quantos deveres sacrificiais granjeiam, para a alma que os
aceita de boamente, preciosas vantagens na Vida Superior, onde
providências se improvisam para que se lhes amenizem os rigores da
provação necessária?! Bem sabemos que, se uma onda sonora encontra outra,
de tal modo que as “cristas” de uma ocorram nos mesmos pontos dos “vales”
da outra, esse meio, em conseqüência aí não vibra, tendo-se como resultado
o silêncio.
Assim é que, gerando
novas causas com o bem, praticado hoje, podemos interferir nas causa do
mal, praticado ontem, neutralizando-as e reconquistando, com isso, o nosso
equilíbrio. Desse modo, creio mais justo incentivarmos o serviço do bem,
através de todo os recursos ao nosso alcance. A caridade e o estudo
nobre, a fé e o bom ânimo, o otimismo e o trabalho, a arte e a meditação
construtiva constituem temas renovadores, cujo mérito não será lícito
esquecer, na reabilitação de nossas idéias e, conseqüentemente, de nossos
destinos.
Entregara-se o chefe
a mais longa pausa e, movido pelo propósito de aprender, indaguei de Druso
se ele mesmo não teria acompanhado algum processo de resgate coletivo, em
que os Espíritos interessados não teriam outro recurso senão a morte
violenta, como remate aos dias do corpo denso, ao que o instrutor
respondeu, presto:
- Guardo em minha
experiência alguns casos expressivos que seria justo relacionar, no
entanto, reportar-nos-emos simplesmente a um deles, pois nossas obrigações
são inadiáveis.
Depois de momentos
rápidos em que naturalmente apelava para a memória, comentou, benevolente:
- Há trinta anos
desfrutei o convívio de dois benfeitores, a cuja abnegação muito devo
neste pouso de luz. Ascânio e Lucas, assistentes respeitados na Esfera
Superior, integravam-nos a equipe de mentores valorosos e amigos...
Quando os conheci em
pessoa, já haviam despendido vários lustros no amparo aos irmãos
transviados e sofredores.
Cultos e
enobrecidos, eram companheiros infatigáveis em nossas melhores
realizações. Acontece, porem, que depois de largos decênios de luta, nos
prélios da fraternidade santificante, suspirando pelo ingresso nas esferas
mais elevadas, para que se lhes expandissem os ideais de santidade e
beleza, não demonstravam a necessária condição específica para o vôo
anelado. Totalmente absortos no entusiasmo de ensinar o caminho do bem aos
semelhantes, não cogitavam de qualquer mergulho no pretérito, por isso
que, muitas vezes, quando nos fascinamos pelo esplendor dos cimos, nem
sempre nos sobra disposição para qualquer vistoria aos nevoeiros do
vale...
Dessa forma,
passaram a desejar ardentemente a ascensão, sentido-se algo desencantados
pela ausência de apoio das autoridades que lhes não reconheciam o mérito
imprescindível. Dilatava-se o impasse, quando um deles solicitou o
pronunciamento da Direção Geral a que nos achamos submissos. O
requerimento encontrou curso normal até que, em determinada fase, ambos
foram chamados a exame devido.
A posição imprópria
que lhes era característica foi carinhosamente analisada por técnico do
Plano Superior, que lhes reconduziram a memória a períodos mais recuados
no tempo. Diversas fichas de observação foram extraídas do campo
mnemônico, à maneira das radioscopias dos atuais serviços médicos no mundo
e, através delas, importantes conclusões surgiram à tona...
Em verdade, Ascânio
e Lucas possuíam créditos extensos, adquiridos em quase cinco séculos
sucessivos de aprendizado digno, somando as cinco existências últimas nos
círculos da carne e as estações de serviço espiritual, nas vizinhanças da
arena física; no entanto, quando a gradativa auscultação lhes alcançou as
atividades do século XV, algo surgiu que lhes impôs dolorosa meditação...
Arrebatadas ao
arquivo da memória e a doer-lhes profundamente no espírito, depois da
operação magnética a que nos referimos, reapareceram na ficha mencionadas
as cenas de ominoso delito por ambos cometido, em 1429, logo após a
libertação de Orleães, quando formavam no exército de Joana d’Arc...
Famintos de
influência junto aos irmãos de armas, não hesitaram em assassinar dois
companheiros, precipitando-os do alto de uma fortaleza no território de
Gâtinais, sobre fossos imundos, embriagando-se nas honrarias que lhes
valeram mais tarde, torturantes remorsos além do sepulcro.
Chegados a esse
ponto da inquietante investigação, pela respeitabilidade de que se
revestiam foram inquiridos pelos poderes competentes se desejavam ou não
prosseguir na sondagem singular, ao que responderam negativamente,
preferindo liquidar a dívida, antes de novas imersões nos depósitos da
subconsciência.
Desse modo, em vez
de continuarem insistindo na elevação a níveis altos, suplicaram, ao
revés, o retorno ao campo dos homens, no qual acabam de pagar o débito a
que aludimos.
-
Como?
– indagou Hilário, intrigado.
-
Já que
podiam escolher o gênero de provação, em vista dos recursos morais
amealhados no mundo íntimo – informou o orientador -, optaram por tarefas
no campo da aeronáutica, a cuja evolução ofereceram as suas vidas. Há
dois meses regressaram às nossas linhas de ação, depois de haverem sofrido
a mesma queda mortal que infligiram aos companheiros de luta no século XV.
-
E o
nosso caro instrutor visitou-os nos preparativos da reencarnação agora
terminada? – inquiri com respeito.
-
Sim,
por várias vezes os avistei, antes da partida. Associavam-se a grande
comunidade de Espíritos amigos, em departamento especifico de
reencarnação, no qual centenas de entidades, com dívidas mais ou menos
semelhantes às deles, também se preparavam para o retorno à carne,
abraçando, assim, trabalho redentor em resgates coletivos.
-
E
todos podiam selecionar o gênero de luta em que saldariam as suas contas?
– perguntei, ainda, com natural interesse.
-
Nem
todos – disse Druso, convicto. – Aqueles que possuíam grandes créditos
morais, qual acontecia aos benfeitores a que me reporto, dispunham desse
direito. Assim é que a muitos vi, habilitando-se para sofrer a morte
violenta, em favor do progresso da aeronáutica e da engenharia, da
navegação marítima e dos transportes terrestres, da ciência médica e da
indústria em geral, verificando, no entanto, que a maioria, por força dos
débitos contraídos e consoante os ditames da própria consciência, não
alcançava semelhante prerrogativa, cabendo-lhe aceitar sem discutir
amargas provas, na infância, na mocidade ou na velhice, através de
acidentes diversos, desde a mutilação primária até a morte, de modo a
redimir-se de faltas graves.
-
E os
pais? – inquiriu meu colega, alarmado. – Em que situação surpreenderemos
os pais dos que devem ser imolados ao progresso ou à justiça, na
regeneração de si mesmos? A dor deles não será devidamente considerada
pelos poderes que nos controlam a vida?
-
Como
não? – respondeu o orientador – as entidades que necessitam de tais lutas
expiatórias são encaminhadas aos corações que se acumpliciaram com elas em
delitos lamentáveis, no pretérito distante ou recente ou, ainda, aos pais
que faliram junto dos filhos, em outras épocas, a fim de que aprendam na
saudade cruel e na angústia inominável o respeito e o devotamento, a
honorabilidade e o carinho que todos devemos na Terra ao instituto da
família. A dor coletiva é o remédio que nos corrige as falhas mútuas.
Estabelecera-se
longa pausa.
A lição como que nos
impelia a rápidos mergulhos no mundo de nós mesmos.
Hilário, contudo,
insatisfeito como sempre, perguntou, irrequieto:
-
Instrutor amigo, imaginemos que Ascânio e Lucas, após a vitória de que nos
dá noticia, continuem anelando a subida aos planos mais altos...
Precisarão, para isso, de nova consulta ao passado?
-
Caso
não demonstrem a condição específica indispensável, serão novamente
submetidos à justa auscultação para o exame e seleção de novos resgates
que se façam precisos.
-
Isso
que dizer que ninguém se eleva ao Céu sem quitação com a Terra?
O interlocutor
sorriu e completou:
-
Será
mais lícito afirmar que ninguém se eleva a pleno Céu, sem plena quitação
com a Terra, porquanto a ascensão gradativa pode verificar-se, não
obstante invariavelmente condicionada aos nossos merecimentos nas
conquistas já feitas. Os princípios de relatividade são perfeitamente
cabíveis no assunto.
Quanto mais céu
interior na alma, através da sublimação da vida, mais ampla incursão da
alma nos céus exteriores, até que se realize a suprema comunhão dela com
Deus, Nosso Pai. Para isso, como reconhecemos, é indispensável atender à
justiça, e a Justiça Divina está inelutavelmente ligada a nós, de vez que
nenhuma felicidade ambiente será verdadeira felicidade em nós, sem a
implícita aprovação de nossa consciência.
O ensinamento era
profundo.
Cessamos a
inquirição e, como serviço urgente requeria a presença de Druso, em outra
parte, retiramo-nos em demanda do Templo da Mansão, com o objetivo de
orar e pensar.
André Luiz, em: Ação e Reação de Chico
Xavier |
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